- As algas comestíveis, como wakame, kombu, nori e alface do mar, são ricas em diferentes nutrientes interessantes para a saúde.
- Podem ser usadas em várias receitas, como sopas, saladas, arroz ou pratos de peixe.
- No Continente, encontra uma grande variedade de algas comestíveis ao melhor preço.
Algas marinhas: benefícios
Os benefícios das algas marinhas estão diretamente ligados à sua riqueza nutricional. Apesar de leves em calorias, concentram vitaminas, minerais e compostos naturais que contribuem para o bom funcionamento do organismo.
Entre os principais aspetos nutricionais das algas comestíveis, destacam-se:
- Fonte natural de minerais, como iodo, cálcio, ferro e magnésio;
- Contribuição para o normal funcionamento da tiroide, graças ao teor de iodo;
- Presença de fibras, que ajudam na digestão e aumentam a sensação de saciedade;
- Presença de compostos antioxidantes que ajudam a proteger as células do organismo;
- Baixo teor de gordura, sendo adequadas a diferentes padrões alimentares.
Wakame: ideal para saladas e pokes
A wakame é uma alga com uma composição nutricional interessante e pode integrar uma alimentação equilibrada e variada. Contém naturalmente minerais como iodo, cálcio, magnésio e ferro, embora a composição possa variar consoante a origem, processamento e forma de consumo. Dar destaque ao iodo que contribui para o normal funcionamento da tiroide e para a normal produção de hormonas tiroideias.
Também fornece fibra e outros compostos que contribuem para o seu sabor e características nutricionais.
Precisa de ser reidratada antes de usar, o que é muito simples: basta colocar as tiras em água morna durante alguns minutos, escorrer e adicionar a sopas, pokes ou caldos de peixe para aromatizar.
Para saladas, é comum mergulhar a alga em água a ferver por poucos segundos para realçar a sua cor verde.
Kombu: perfeita para sopas e pratos de arroz
A kombu é uma alga marinha muito utilizada em sopas, caldos e pratos cozinhados, valorizada pelo seu sabor naturalmente umami. Embora seja tradicionalmente associada à cozinha japonesa, hoje existem também projetos de produção e cultivo em águas atlânticas europeias, incluindo em Portugal.
Comercializada maioritariamente em formato seco, é frequentemente utilizada para enriquecer o sabor de caldos, arroz e pratos cozinhados, muitas vezes permitindo reduzir a necessidade de sal adicionado.
É tradicionalmente colocada na água de demolha ou de cozedura das leguminosas, como feijão, grão ou lentilhas. Além de ajudar a amaciá-las, pode tornar a sua digestão mais confortável para algumas pessoas, reduzindo a sensação de enfartamento e a formação de gases.
Do ponto de vista nutricional, destaca-se pelo teor naturalmente elevado de iodo, que pode variar bastante consoante a espécie, origem, processamento e quantidade utilizada. Por esse motivo, deve ser usada em pequenas quantidades e com especial prudência por pessoas com alterações da tiroide.
Alga Nori: muito mais do que sushi
As algas nori são muito conhecidas por serem usadas em sushi, mas a sua versatilidade vai muito mais além. Podem ser adicionadas a saladas, sopas, arroz ou até consumidas como “chips” saudáveis e crocantes.
Este tipo de alga tem baixo valor energético e pode fornecer minerais como iodo, ferro, cálcio e magnésio, além de fibra e compostos naturalmente presentes nas algas, embora a sua composição varie consoante a origem, processamento e quantidade consumida.
Pelo seu sabor característico e textura crocante quando seca, é uma forma simples de acrescentar aroma, cor e um toque marinho às refeições do dia a dia.
Alface do mar: experimente em saladas e omeletes
A alface do mar é uma alga verde típica, encontrada em várias regiões costeiras do mundo. Cresce em águas calmas e zonas rochosas próximas à costa. À vista, apresentam-se folhas finas ou onduladas, de cor que varia do verde claro ao escuro. Pode ser usada fresca, seca ou em flocos, e adiciona cor, textura e sabor ligeiramente salgado às receitas.
Apresenta uma composição nutricional interessante à semelhança de outras algas, podendo conter minerais como iodo, ferro, cálcio e magnésio, embora os teores também variem consoante a origem, a época de colheita, o processamento e a quantidade consumida. Pode também fornecer fibra e compostos naturalmente presentes nas algas, que contribuem para o seu sabor, cor e características nutricionais.
Na cozinha, a alface do mar é versátil: pode ser usada em saladas, omeletes, sopas, arroz, focaccias ou pratos de peixe e guisados, e até como tempero.
Receitas com algas
Se nunca experimentou cozinhar com algas, pode começar por adicionar este mix de algas aromáticas biológicas para temperar a comida — em saladas, pratos de beixe, ou outros pratos à escolha. Além de dar sabor ao prato, ajuda a reduzir a necessidade de sal de forma natural.
Sugerimos também experimentar receitas fáceis e deliciosas, como sushi bowls, o sushi clássico, este temaki de salmão ou um delicioso folhado de salmão.
Continente, onde encontra algas comestíveis ao melhor preço
Mais do que uma tendência, as algas representam uma nova forma de pensar a alimentação: mais vegetal, mais sustentável e nutricionalmente mais eficiente. O desafio já não é perceber se fazem sentido, mas como integrá-las no dia a dia de forma simples e equilibrada.
No Continente, encontra produtos da marca portuguesa WISSI, prontos para usar e tornar as suas refeições mais saudáveis e saborosas.
Perguntas frequentes sobre algas comestíveis
De seguida, respondemos às perguntas mais comuns sobre algas comestíveis.
As algas vêm todas da Ásia?
Portugal já tem produção nacional de macroalgas e microalgas, ligada à costa atlântica, com controlo de qualidade e enquadramento regulamentar europeu.
Mesmo algas conhecidas por nomes asiáticos, como wakame ou kombu, podem hoje ser produzidas em contexto nacional.
As algas são sustentáveis?
As algas destacam-se também pela sua relevância no contexto da sustentabilidade alimentar. Não necessitam de solo arável, água doce ou fertilizantes, apresentando uma elevada eficiência de crescimento e um menor impacto ambiental comparativamente a muitas produções terrestres. Em alguns casos, resultam inclusivamente da recolha de recursos que o próprio mar disponibiliza naturalmente, desde que seja realizada de forma controlada e sustentável.
Como preparar algas secas?
Geralmente, é necessário demolhar ou hidratar as algas em água morna por alguns minutos antes de as usar em receitas.