1960
Fundação da Pão de Gimonde
Fundada pelo tio-avô da Elisabete Ferreira, na emblemática aldeia de Gimonde, em Bragança. Uma padaria de aldeia com alma transmontana que resistiu ao tempo.
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Fundada pelo tio-avô da Elisabete Ferreira, na emblemática aldeia de Gimonde, em Bragança. Uma padaria de aldeia com alma transmontana que resistiu ao tempo.
Os pais de Elisabete, regressados de uma emigração de vários anos em França, tornam-se proprietários da padaria. Elisabete tem 8 anos e começa a amassar — literalmente — a sua história.
Primeira relação comercial com a loja Continente de Bragança: Pão de Trigo Transmontano e, na Páscoa, o Folar Tradicional Transmontano. Receitas de sempre, agora numa prateleira nacional.
A família formaliza o negócio criando a sociedade que hoje conhecemos, da qual Elisabete é sócia desde então. Um passo decisivo que transforma uma padaria de aldeia numa empresa com visão de futuro.
Os produtos chegam às lojas Continente da região do Porto — Pão de Trigo Transmontano, Centeio e o Folar de Páscoa. O nordeste transmontano a expandir-se para o litoral. Primeira Acção de promoção no Bonjour Nortshopping, hoje Bom Dia, Elisabete faz a sua primeira ação numa loja fora de Bragança.
Um marco estruturante: a Pão de Gimonde torna-se membro do Clube de Produtores Continente. Uma parceria que vai muito além da distribuição — um compromisso com a inovação, a qualidade e a proximidade.
A Pão de Gimonde chega à capital. Uma pequena padaria do interior transmontano conquista o país, de norte a sul.
Desde 2013 , a Elisabete colabora ativamente em projetos de investigação. Começou com o Trade It, um projeto europeu de partilha de conhecimento, no sector dos cereais e padaria, e hoje em dia participa no Projecto Transfronteiriço, projeto TransColab Plus, com diferentes Universidades dos dois lados da fronteira - com vista à inovação e sustentabilidade nos cereais.
A Direção-Geral da Saúde atribui o Selo "Pão com Menos Sal, Mesmo Sabor". Inovação ao serviço da saúde, sem abrir mão do sabor.
Fruto do investimento na fábrica, a Pão de Gimonde passa a produzir e entregar para todo o país. Da aldeia de Gimonde, para cada mesa de Portugal.
Elisabete é membro fundador e torna-se Presidente — uma das mais prestigiadas organizações internacionais de panificação e pastelaria.
Uma loja em Bragança onde tradição e inovação se cruzam: pretende enaltecer o valor do pão, onde a tradição e a inovação se cruzam com propostas atuais para diferentes momentos do dia.
Em Veneza, no UIBC World Congress, Elisabete Ferreira recebe o prémio World Baker of the Year. Primeira mulher e primeira portuguesa a alcançar esta distinção histórica.
Elisabete é eleita Vice-Presidente do Clube Richemont Internacional, na Suíça. De Gimonde para o mundo — com os pés bem assentes na terra transmontana.