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Clementina: vitaminas e nutrientes

Descubra tudo sobre a clementina, este fruto sem sementes, com propriedades nutritivas únicas e um sabor refrescante. 

Perfumada, suculenta, doce e levemente ácida (consoante as variedades), a clementina dá mais sabor a qualquer dieta saudável. Estes são os principais benefícios e propriedades deste fruto.

Os benefícios da clementina

Sabia que as clementinas apresentam vários benefícios para a saúde?

Promoção de energia

As vitaminas presentes na clementina contribuem para a síntese normal de aminoácidos, para reduzir o cansaço e a fadiga e para uma adequada produção de energia pelo organismo.

Sistema imunitário

Pela riqueza em vitamina C e folato, a clementina contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário, essencial para combater as gripes e constipações características dos meses de inverno.

Controlo da glicémia

O indíce glicémico da clementina é baixo, sendo em simultâneo, uma boa fonte de fibra, duas características que contribuem para uma entrada gradual do açúcar no sangue, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue (glicémia).

Antioxidante 

Encontramos vitamina C em quantidades consideráveis na clementina, a qual promove a proteção das células do organismo contra as oxidações indesejáveis e, juntamente com o conteúdo em carotenoides e polifenóis, confere a este fruto uma capacidade antioxidante.

Tendo como maiores qualidades a pobreza de calorias e a abundância de vitaminas e minerais, as clementinas são, por isso, verdadeiros aliados da saúde e fornecem energia suficiente para fortalecer o corpo, sobretudo durante o inverno. Por tudo isto, não hesite em incluir clementinas na sua dieta, e saboreie ainda uma combinação única entre a textura suave da tangerina e o sabor intenso da laranja.
 
Tipos de clementinas

Apresentando-se em diversas variedades (Fina, Clemenules, Marisol, Hernandina...) é um fruto apreciador de climas temperados e cultivado em vários países espalhados pelo globo, como Marrocos, Espanha, Tunísia, Argélia, Turquia, China e EUA, entre outros. Também o Algarve produz clementinas de excelente qualidade.

Breve história da clementina

A história mais comum para o surgimento das clementinas conta que foi o frade francês Marie-Clément Rodier, na Argélia, quem “inventou” este fruto no final do século XIX.

O frade reparou um dia na presença de uma árvore diferente das demais existentes no terreno e cujos frutos tinham a particularidade de serem amargos. Curioso e interessado, decidiu então dedicar algum do seu tempo livre a realizar diversas enxertaduras, nomeadamente com tangerineiras.

Os seus esforços acabaram por ser recompensados ao obter um fruto doce, de agradável sabor e sem sementes, que começou por ser designado como “tangerina do Irmão Clément”. Mais tarde, a pedido do botânico e médico francês Louis Charles Trabut, que realizou a primeira descrição científica do fruto, a Sociedade Argelina de Horticultura atribuiu-lhe o nome de clementina.

Uma outra corrente na comunidade científica expressou dúvidas em relação a esta história, argumentando que as clementinas terão tido origem na Ásia, muito provavelmente na China. No entanto, seja qual for a sua proveniência, o certo é que este pequeno citrino conquistou o paladar de milhões de pessoas em todo o mundo.

Como consumir clementinas 

Segundo a Organização Mundial de Saúde, diariamente dever-se-á promover o consumo de pelo menos 400g de hortofrutícolas (fruta e hortícolas), o correspondente a 5 porções destes alimentos (preferencialmente 2 porções de fruta e 3 de hortícolas), de forma a prevenir o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, obesidade e alguns tipos de cancro.

Clementina: concentrado de vitaminas e nutrientes

Refrescante, pouco calórica e com valores nutritivos tão elevados, a clementina é realmente uma formidável aliada da alimentação saudável, protegendo o nosso organismo nas alturas do ano em que normalmente estamos mais vulneráveis.